número da sorte
julho 12, 2019
Quando eu era criança, gostava de dizer que meu número da sorte era 5. Na verdade eu só me lembro de umas cinco (por aí) ocasiões em que falei isso, não era algo tão marcante assim, mas me lembro de ter dito. Aliás, muito provavelmente o número era 5 porque eu devia ter 5 anos quando inventei essa história.
Depois, mais velha, não lembro de ter um número favorito. Sempre gostei do 22, já que é o dia do meu aniversário, mas não era algo tão forte assim, estilo escolher cadeira com esse número, colocar ele no jogo da Loto, enfiar nas senhas... Ok, na verdade eu já coloquei em senhas, sim, pensando bem.
Há algum tempo eu fiz um curso de numerologia. Fiquei encantada já na primeira frase da pessoa que estava ministrando: ela explicou que a numerologia foi "inventada" pelo Pitágoras, que não por acaso, foi o mesmo cara que fez a matemática que conhecemos hoje ser como ela é. Trocando em miúdos (ou sendo um pouquinho exagerada), o cara que inventou a matemática inventou a numerologia. Ou seja, ele não podia estar errado (!).
Gostei muito do que vi no curso e desde então fico muito ligada nos números. Aí quando fui pra Santos neste último feriado, descobri que um tio meu que mora lá tá trabalhando com numerologia - só que cabalística, que é um pouquinho diferente da pitagórica que eu já conhecia do curso.
Conversamos por um tempão. Meus amigos que são super céticos provavelmente ficaram segurando o riso, mas cada coisa que o meu tio falava fazia um super sentido pra mim.
Eu sei, se você é uma pessoa cética também, provavelmente também não vai acreditar que os números podem ter algum tipo de poder. Qualquer hora eu conto mais sobre essa história toda por aqui.
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